CONSCIÊNCIA NEGRA


Dia da Consciência Negra

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Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de Novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A semana dentro da qual está esse dia recebe o nome de Semana da Consciência Negra.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Apesar das várias dúvidas levantadas quanto ao caráter de Zumbi nos últimos anos (comprovou-se, por exemplo, que ele mantinha escravos particulares) o Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de MaioAbolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração da atitude de uma branca.

Zumbi líder do quilombo dos Palmares
Zumbi foi o grande líder do quilombo dos Palmares, respeitado herói da resistência anti-escravagista. Pesquisas e estudos indicam que nasceu em 1655, sendo descendente de guerreiros angolanos. Em um dos povoados do quilombo, foi capturado quando garoto por soldados e entregue ao padre Antonio Melo, de Porto Calvo. Criado e educado por este padre, o futuro líder do Quilombo dos Palmares já tinha apreciável noção de Português e Latim aos 12 anos de idade, sendo batizado com o nome de Francisco. Padre Antônio Melo escreveu várias cartas a um amigo, exaltando a inteligência de Zumbi (Francisco). Em 1670, com quinze anos, Zumbi fugiu e voltou para o Quilombo. Tornou-se um dos líderes mais famosos de Palmares. "Zumbi" significa: a força do espírito presente. Baluarte da luta negra contra a escravidão, Zumbi foi o último chefe do Quilombo dos Palmares.
O nome Palmares foi dado pelos portugueses, devido ao grande número de palmeiras encontradas na região da Serra da Barriga, ao sul da capitania de Pernambuco, hoje estado de Alagoas. Os que lá viviam chamavam o quilombo de Angola Janga (Angola Pequena). Palmares constituiu-se como abrigo não só de negros, mas também de brancos pobres, índios e mestiços extorquidos pelo colonizador. Os quilombos, que na língua banto significam "povoação", funcionavam como núcleos habitacionais e comerciais, além de local de resistência à escravidão, já que abrigavam escravos fugidos de fazendas. No Brasil, o mais famoso deles foi Palmares.
O Quilombo dos Palmares existiu por um período de quase cem anos, entre 1600 e 1695. No Quilombo de Palmares (o maior em extensão), viviam cerca de vinte mil habitantes. Nos engenhos e senzalas, Palmares era parecido com a Terra Prometida, e Zumbi, era tido como eterno e imortal, e era reconhecido como um protetor leal e corajoso. Zumbi era um extraordinário e talentoso dirigente militar. Explorava com inteligência as peculiaridades da região. No Quilombo de Palmares plantavam-se frutas, milho, mandioca, feijão, cana, legumes, batatas. Em meados do século XVII, calculavam-se cerca de onze povoados. A capital, era Macaco, na Serra da Barriga.
A Domingos Jorge Velho, um bandeirante paulista, vulto de triste lembrança da história do Brasil, foi atribuído a tarefa de destruir Palmares. Para o domínio colonial, aniquilar Palmares era mais que um imperativo atribuído, era uma questão de honra. Em 1694, com uma legião de 9.000 homens, armados com canhões, Domingos Jorge Velho começou a empreitada que levaria à derrota de Macaco, principal povoado de Palmares. Segundo Paiva de Oliveira, Zumbi foi localizado no dia 20 de novembro de 1695, vítima da traição de Antônio Soares. “O corpo perfurado por balas e punhaladas foi levado a Porto Calvo. A sua cabeça foi decepada e remetida para Recife onde, foi coberta por sal fino e espetada em um poste até ser consumida pelo tempo”.
O Quilombo dos Palmares foi defendido no século XVII durante anos por Zumbi contra as expedições militares que pretendiam trazer os negros fugidos novamente para a escravidão. O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.
A lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Nas escolas as aulas sobre os temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, propiciarão o resgate das contribuições dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.
Amélia Hamze 
Profª da FEB/CETEC 



O artigo 215 da Constituição Federal de 1998 assegura que o "Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais populares, indígenas e afro-brasileiras, e de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional". 

Os textos abaixo focalizam diferentes formas de discriminação e preconceito. Parte do material apresenta informações e reflexões que contribuem para o conhecimento da origem das divergências entre povos e raças no Brasil e relatam o processo de introdução da escravidão até a abolição. Alguns focalizam, também, experiências educacionais sobre o tema e apresentam atividades  desenvolvidas por professores em sala de aula.




   Links
Contra a discriminação 
Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo começou a distribuir uma cartilha para informar a população sobre seus direitos e providências a serem tomadas em casos de discriminação, racismo ou preconceito. Elaborada pelo Núcleo de Especializado de Combate a Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria, a cartilha explica o que é o direito à igualdade, previsto pela Constituição Federal, bem como o direito à diferença, que é a possibilidade de todos viverem segundo sua própria cultura e suas características pessoais, sem discriminação.

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/
0,,MUL1384420-5605,00.html
África negra (colonização, escravidão e independência)
Conta a história do tráfico de escravos, da colonização e da luta pela abolição da escravatura. Tem também informações de países, líderes e movimentos africanos.

http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/africa4.htm
Campanha abolicionista
Informações sobre os interesses e os fatos que resultaram na abolição dos escravos.

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/brasil/2004/11/16/001.htm
Zumbi
Contém a biografia do líder negro Zumbi, a história dos primeiros quilombos, do tráfico negreiro e da abolição da escravatura.

http://www.zbi.vilabol.uol.com.br
Documentos da Organização Internacional do Trabalho - OIT
Página do site da Biblioteca Virtual de Direitos Humanos da USP, que apresenta documentos da Organização Internacional do Trabalho. Abordam assuntos como justiça, discriminação e trabalho.

http://www.direitoshumanos.usp.br/counter/Oit/OIT.html
Portal Palmares
A Fundação Cultural Palmares é uma entidade pública vinculada ao Ministério da Cultura, que busca a preservação da cultura afro-brasileira. No site há publicações, legislação, indicação para outros sites e informações de projetos.

http://www.palmares.gov.br
Racismo nas escolas 
Apresenta exemplos de discriminação racial no cotidiano escolar e também as ações do Ministério da Educação para combatê-la.

http://www.fundaj.gov.br/tpd/147.html
Racismo made in Brazil
Artigo sobre a origem do preconceito racial no Brasil. Estabelece comparações com a cultura e a discriminação que ocorre em outros países.

http://ruibebiano.net/zonanon/actual/lcl021211.htm
Diversidade cultural e fracasso escolar
Texto que introduz uma reflexão sobre as diferenças culturais, a discriminação e o fracasso escolar.

http://www.mulheresnegras.org/azoilda.html
Educação e diversidade cultural: refletindo sobre as diferentes presenças na escola
Este artigo coloca em debate as diferenças encontradas na escola, já que é um espaço socio-cultural onde há culturas diversas.

http://www.mulheresnegras.org/nilma.html
A Revolta dos malesApresenta a revolta ocorrida em Salvador na Bahia em 1835, na qual negros muçulmanos que liam e escreviam no idioma árabe, se insurgiram contra a escravidão e a imposição da religião católica.

http://www.smec.salvador.ba.gov.br/documentos/a-revolta-dos-males.pdf



   Reportagens
O Brasil Negro 
Reportagem da revista Com Ciência, editada pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, SBPC.

http://www.crmariocovas.sp.gov.br/grp_l.php?t=002
Mundo Negro
O maior portal da comunidade afro-brasileira, com artigos, notícias, agenda, cultura e educação.

www.mundonegro.com.br
A mulher trabalhadora é o negro de saias
Neste artigo, Gilberto Dimenstein aborda a questão da discriminação por parte do mercado de trabalho brasileiro em relação às mulheres e aos negros.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd300400.htm


   Multimídia
Videoconferência 
Videoconferência de encerramento do módulo II do “Programa SP: educando pela diferença para a igualdade”. Conta com a participação do professor Valter Silvério, da Universidade Federal de São Carlos. O programa é um curso de formação continuada que trabalha com conceitos de diversidade étnico-racial que busca sensibilizar e capacitar professores para a discussão da questão racial no currículo escolar, mostrando a história e a cultura africanas.

http://media.rededosaber.sp.gov.br//CENP/Streaming00000093.wmv



   Eventos
Exposição África em Nós
A Secretaria de Cultura (SEC) está no Museu Afro Brasil com a exposição África em Nós com as imagens vencedoras da campanha fotográfica de mesmo nome (www.africaemnos.com.br), promovida de junho a setembro deste ano pela pasta. As ampliações das fotos, que retratam a influência africana no cotidiano brasileiro, também serão coladas nas janelas do museu, no Parque do Ibirapuera.
Período: até 6 de janeiro de 2010
Funcionamento do museu: de terça a domingo, das 10 às 17 horas (permanência até as 18 horas)
Informações e Agendamento: 11 5579-0593
Estacionamento: Portão 3 (Zona Azul)
Entrada: Grátis
http://www.museuafrobrasil.com.br
Seminário: Inclusão e exclusão dos negros nos EUA e no Brasil
Promovido pelo Museu Afro Brasil, com o apoio do governo do Estado de São Paulo. Especialistas, pesquisadores e personalidades dos dois países discutirão os processos de inclusão e exclusão da população negra numa perspectiva comparativa nos âmbitos da justiça, políticas públicas, educação e arte e cultura.
Período: 23 a 25 de novembro, das 18h30 às 22h30
Inscrições: gratuitas, por e-mail Informações: (11) 5579-0593
http://www.museuafrobrasil.com.br
seminario@museuafrobrasil.com.br



   Livros
A ABOLIÇÃO - Emília Viotti da CostaEditora UNESP - 2008
O livro aborda o processo de luta pela abolição da escravidão no Brasil e desmistifica a imagem da abolição como doação da princesa Isabel em 1888 - não como exigência de um sistema de produção. A autora relata os diversos momentos, personagens e aspectos do processo abolicionista que libertou os brancos do fardo da escravidão e abandonou os negros à sua própria sorte.

DA SENZALA À COLÔNIA - Emília Viotti da CostaCia das Letras - 1998
Referência fundamental para o desvendamento dos traços constitutivos da nacionalidade. A autora centra sua análise no período em que se dá o trânsito do trabalho escravo para o trabalho livre. Partindo de um exaustivo rastreio de fontes primárias, ela analisa as particularidades do período colonial a partir de suas conexões com a expansão cafeeira.

COROAS DE GLÓRIA, LÁGRIMAS DE SANGUE - Emília Viotti da CostaCia das Letras - 1998
A autora reconstrói uma das maiores revoltas de escravos ocorrida na Guiana Inglesa em 1823: escravos que demandam seus direitos, senhores ciosos de seus privilégios, missionários dilacerados entre seus deveres de brancos e suas obrigações de cristãos.

LIBERDADE POR UM FIO - História dos Quilombos no Brasil - João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (Organizadores) 
Cia das Letras -1996
O livro é uma reunião de artigos de vários autores sobre quilombos situados em diversos locais do Brasil, desde os menos conhecidos, até o de Palmares que é revisitado sob várias perspectivas.

NA SENZALA UMA FLOR – Roberto W. Slenes Nova Fronteira – 1999
O autor apresenta nesta obra o resultado de uma pesquisa sobre a vida afetiva, sexual, cultural e material dos escravos africanos e seus descendentes, tendo como contraponto versões do século XIX sobre esse tema, que apresentavam a família dos escravos no Brasil de maneira enviesada e preconceituosa.

RETRATO EM BRANCO E NEGRO – Jornais, escravos e cidadãos em São Paulo no final do século XIX - Lilia Moritz Schwarcz Cia das Letras -1987
Neste livro a autora analisa a imagem dos negros veiculada na imprensa paulistana nas últimas décadas do século XIX (1870-1900), articulando uma visão antropológica à pesquisa histórica.

O NEGRO DA CHIBATA – O marinheiro que colocou a República na mira dos canhões – Fernando Granato Objetiva, 2000
O autor apresenta um relato do dia-a-dia da Revolta da Chibata, em 1910, destacando as repercussões políticas, os atos considerados heróicos, as investidas cruéis e os dramas pessoais dos personagens envolvidos, em especial do líder João Cândido.

O ABOLICIONISMO – Joaquim Nabuco Nova Fronteira – 6ª Ed., 1999
Publicada pela primeira vez em 1883, esta obra é considerada fundamental para o conhecimento da doutrina abolicionista e como um verdadeiro diagnóstico das mazelas da sociedade brasileira da época. O autor apresenta uma crítica contra a escravidão e denúncias contra a sociedade da época, incluindo a Igreja Católica Romana. Para Evaldo Cabral de Mello, O Abolicionismo foi um dos textos fundadores da sociologia brasileira.

DIVERSIDADE – Tatiana Belinky Quinteto Editorial – 1999
Voltada em especial para o público infantil, com ilustrações de FÊ e textos em forma de poesia, a autora destaca diferenças entre as pessoas e enfatiza que não há um único jeito de ser. Mas, diz ela, não basta reconhecer que as pessoas são diferentes, é preciso respeitar as diferenças.



   Filmes
A ÚLTIMA CEIADir. Tomás Gutierrez Alea- 1976
Filme cubano que discute o choque de classes e as bases materiais e ideológicas do processo revolucionário.

O FIO DA MÉMORIADir. Eduardo Coutinho - 1991
Gabriel Joaquim do Santos, que construiu a Casa da Flor, feita de restos de obras e fragmentos retirados do lixo, em São Pedro da Aldeia, no interior fluminense é o fio condutor do filme. À vida de Gabriel, trabalhador de salina e artista semi-analfabeto, são relacionados outros temas e personagens procurando condensar em situações do presente, a experiência negra no Brasil,sobretudo na religião e na música. Destaca a realidade do racismo, responsável pela perda de identidade étnica e marginalização de boa parte dos cerca de 60 milhões de brasileiros de origem africana.

ATLÂNTICO NEGRO: NA ROTA DOS ORIXÁSDir. Renato Barbieri - 1998
O filme mostra a origem das raízes da cultura jêje-nagô em terreiros de Salvador, que deu origem ao candomblé, e do Maranhão, onde a mesma influência gerou o Tambor de Minas. Apresenta, também, descendentes de escravos baianos que moram em Benin, país africano que mantém tradições do século passado.

BESOURO: DA CAPOEIRA NASCE UM HERÓIDir. João Daniel Tikhomiroff, 2009
Filme inspirado em fatos reais, no qual um menino negro que, ao se identificar com o inseto (besouro) que desafia as leis da Física, desafia ele mesmo as leis do preconceito e da opressão. Tendo como cenário o Recôncavo Baiano, a história se passa nos anos 1920.
 



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Saíram de muito longe
Arrancados a força do próprio lar
Muitos aqui nem chegaram
Aos mortos, fundo do mar.
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Em terra estranha passaram a viver
E agora como seria?
Viver ou morrer?
Ou vendidos como mercadoria
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Curvados pela terra a trabalhar
Por um feitor armado por um chicote
E se por um segundo se dispersar
Em suas costas vem como um bote
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Nosso DEUS que do alto nos olha
O que há nesse coração
De um ser racional
Que escraviza o próprio irmão?
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-
Tanto tempo durou
Mas veio a abolição
Mas será que ela acabou
Com o fantasma da escravidão?
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Nós somos todos os irmãos
Somos filhos de um mesmo pai
Brancos, pretos, vermelhos, amarelos.
Mas perante a Deus somos todos iguais
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Cor não diz nada
Nós somos todos irmãos
Pois o homem que salvou o mundo
Nunca fez distinção
*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
Ninguém é melhor que ninguém
Morreremos todos do mesmo jeito
Você é inteligente
Diga não ao preconceito
-*-*-**-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
A esse povo racista
Deixo minha conscientizarão
Cor de pele não diz nada
O que diz é o coração...
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